sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tributo a Pierre Weill


Mareia... Mareia...
Ô mareia marear
Sou a onda que balança
Sou a onda e sou o Mar

Uma onda encontrou com outra onda
Aflita aturdida e apressada


A onda perguntou então para a outra onda:
Donde vais assim tão afobada?

Eu vou procurar o mar
Pois não vivo sem o mar
To Carente é de mar, meu negocio é o mar.
O mar pra mim ele é Deus
Deus pra mim,... Ele é o Mar

Então a onda falou pra onda:
Mas você já é o mar!

Sou a onda que balança
Na ternura do embalar

Sou emanação divina
Neste caos milenar

Sou Ying sou yang
Ontem hoje e o amanhã

Agradeço a todo hora
Pôr tamanho merecimento
De Ter batido o entendimento
De ser onda e de ser mar


Desmancho-me e recomponho
E esta bem é a dinâmica
Da inteligência infinita
Minha mãe sempre bendita.
A Consciência oceânica

Mareia... Mareia... Marear...
Sou a onda que balança na ternura do embalar
Deste bailado da vida
Vou um dia evaporar.

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